sexta-feira, 25 de março de 2011

Fênix



Eu prisioneiro meu descobri no brêu uma constelação...
Céus conheci os céus, pelos olhos seus
Véu de contemplação...
Deus condenado eu fui a forjar o amor no aço do rancor, e a transpor as leis mesquinhas dos mortais...
Vou entre a redenção e o esplendor de por você viver...

Sim quis sair de mim esquecer quem sou, e respirar por ti e assim transpor as leis, mesquinhas dos mortais... agoniza virgem Fênix o amor!
Entre cinzas arco-íris esplendor! por viver às juras, de satisfazer o ego mortal...
Coisa pequenina centelha divina renasceu das cinzas onde foi ruína, pássaro ferido hoje é paraíso...

Luz da minha vida pedra de alquimia tudo o que eu queria, renascer das cinzas...  E eu quando o frio vem nos aquecer o coração quando a noite faz nascer. A luz da escuridão e a dor revela a mais esplêndida emoção...
O amor quando o frio vem nos aquecer o coração. Quando a noite faz nascer a luz da escuridão e a dor revela a mais esplêndida emoção...




Nenhum comentário:

Postar um comentário