quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Acorda Brasil

- É bem difícil nos dias de hoje encontrá-mos jovens que sonham em ter alguma carreira profissional, jovens que desejam sonhar os sonhos de Deus. A maioria da juventude vive em uma massa carregada de criminalidade, corrupção, drogas, álcool, prostituição...
Mas, como já sabemos que existe um Deus, capaz de mudar e transformar toda essa história de uma humanidade, de uma juventude.

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." 2 Crônicas 7:4


- Hoje podemos encontra ONG que coloca em pratica projetos que possam resgatar a vida dessa juventude. Ao ligar-mos a TV só vemos noticias de jovens assassinados por causa de drogas, ou por jogo, ou até mesmo por perversidade de um ser irracional.
Em cada grupo de dez jovens de 15 a 18 anos assassinados no Brasil, sete são negros. A raça também representa 70% na estimativa de 800 mil crianças brasileiras sem registro civil. Entre os indicadores negativos, os negros só perdem para a população indígena na taxa de mortalidade infantil. Os números, contidos no relatório "Estudo das Nações Unidas sobre a Violência contra Crianças", encomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostram que o perfil das vítimas da violência vai muito além da faixa etária.
A violência não tem só idade. Tem cor, raça, território. As vítimas são os negros, os pobres, os moradores de favelas", afirmou a psicóloga Cenise Monte Vicente, coordenadora do Escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em São Paulo. A declaração foi feita na última quarta-feira, durante debate sobre a situação da violência contra crianças no Brasil e no mundo, promovido pela Folha de S.Paulo e pelo Unicef e com a mediação do jornalista Gilberto Dimenstein, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo.
- As coisas tem se agravado no nosso meio, e muitos políticos do alto escalão de um sociedade corrupta e perversa. Não estão se importando com essa humanidade que precisa de amor.


O que vi na Central do Brasil

No Pavão Pavãozinho, em Padre Miguel
Eu não vi em outro lugar, fora daqui
Fora com tanta miséria
Vou lá espantar o fantasma do caos
E mandá-lo pra outro lugar
Pra casa de Apolion
O que vi no agreste mineiro
O que vi no sertão, nos ribeirinhos do amazonas
Extrapolou, extrapolou

É, é a hora do senado acordar

É a hora desse povo sacudir
É a hora da bondade dominar
É, é a hora de crer mais nos tribunais
De exorcizar o mofo das prisões
De ver nossos velhinhos a cantar

Incoerência, Imprudência e maledicência,

os que queriam pregar
perdeu a inocência
No Palanque da injustiça onde o pobre passa fome,
Onde o órfão, A viúva e o idoso não têm nome
Promessas esquecidas de outros carnavais
Lembravam da igreja, agora não lembram mais
Seguiram no batuque dessa dinherada
Perderam a visão, agora já não têm mais nada!

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